Histórico - 2002

 

Seminário de Roteiro Audiovisual

Realizado no período de 27/03 até 04/05 de 2002 no Centro Universitário Maria Antonia na Rua Maria Antonia, 294, Próximo à Praça do Metrô Republica e no CINUSP (Cinema da USP)
Realização: CINUSP / EDUCINE
Coordenação Geral: Profa. Dra. Maria Dora Mourão
Coordenação Pedagógica: Newton Cannito

Programação:

Aula 1: Exercícios de Criatividade e Etapas do Roteiro
Princípios de roteiro para cinema: a importância da imagem, a antecipação da filmagem. A importância da idéia. As etapas de um roteiro: idéia, sinopse, escaleta, primeiro e segundo tratamento. Exercícios de elaboração coletiva de uma escaleta a partir da sinopse. Exercício prático de construção conjunta de roteiro: da sinopse a escaleta.
Prof. Newton Cannito

Aula 2 : Roteiro Clássico e Formatação do Roteiro
A estrutura da narrativa, divisão em "atos", progressão dramática; apresentação, desenvolvimento, clímax e enredo; uso de ações e diálogos para a caracterização das personagens.Formatação e apresentação do roteiro. Perfil das personagens. Story line, sinopse, argumento, escaleta e roteiro. Análise de um filme observando os tópicos apresentados. Análise de Psicose (Alfred Hitchcock) e análise de A Morte e a Donzela (Roman Polanski)
Prof. Júlio Maria Pessoa

Aula 3 : Estética do Teatro e Herança no Cinema
Pequena história da dramaturgia; estética, plástica e poética; Filósofos e estética; roteiros dramático , épico e lírico; imagem e palavra. A poética de Aristóteles.
Prof. Julio Maria Pessoa

Aula 4 : Macro-Estruturas Dramáticas Alternativas: A Estrutura do Filme Multiplot
Os filmes de várias tramas ou multi-plot.O multiplot na déc. de 90: o boom depois de Short-Cuts. Estruturas que ressoam no multi-plot: a literatura panorâmcia, a dramaturgia seriada de TV . Recursos de estruturação do Multiplot: evento catalisador, motivos, música, temas relacionados.
Exibição de trechos de Short Cuts (Robert Altman, 1993). Exercício de criação de escaleta multi-plot.
Profa. Sabina Azuantegui

Aula 5: Tópicos de Linguagem Audiovisual
Sumário narrativo. Uso da elipse. A construção do ponto de vista e o controle de informações pelo roteirista: o narrador delegado e sub-narrador. Análise do filme Angelo Anda Sumido (Furtado). A montagem paralela na construção de conceitos. Trechos do filme A Estrada (Furtado), Ovos de Ouro (Bigas Luna). Ligação entre cenas.Utilizações da voz over. Análise de trechos de filmes como O Pecado Mora ao Lado, Como Era Gostoso o Meu Francês, Cidade Nua.
Prof. Newton Cannito

Aula 6: Técnicas de Roteiro para Televisão
Definição de telenovela, seriado, minissérie e programa unitário. As origens da telenovela no folhetim popular. A alternância de tramas. As cenas de alívio. As ligações entre as cenas. Dramaturgia e públicos alvo: estratégia de autores.
Profa. Carolina Agabiti

Aula 7 : A Obra de Lauro César Muniz e Carlos Lombardi
Com o objetivo de preparar e melhorar o debate com os autores Carlos Lombardi e Lauro César Muniz será oferecida essa aula, ministrada pelo consultor de telenovelas da Rede Globo Mauro Alencar. Na aula os alunos do Seminário terão a oportunidade de conhecer a obra dos autores e ter contato concreto com as melhores cenas de telenovelas, minisséries e unitários clássicos da televisão brasileira, desde a década de 70 até os dias de hoje. Entre outras serão exibidos trechos de O Casarão, O Salvador da Pátria, Roda de Fogo, Vereda Tropical.
Prof. Mauro Alencar

Aula 8 : Roteiro de Humor
Distinção entre humor e comédia: humor de gag, o humor de situação, o humor de texto e o de contexto, a paródia, a sátira, a crítica. Os conceitos serão exemplificados com o melhor do humor mundial: da Inglaterra: Monty Pyton, Fry e Laurel, Mr Bean, Chaplin e Peter Sellers. Da Itália: Totó. Da França: Jacques Tatit. Do Canadá: Michel Courtemanche. Dos Estados Unidos: Irmãos Marx, O Gordo e o Magro, 3 Patetas, Mel Brooks, Stevie Martin, Woody Allen, Jim Carey, e algumas sitcoms como Friends e Seinfeld. Do Brasil: Família Trapo, Casseta e Planeta, Comédia da Vida Privada, Os Normais, TV Pirata, Chico Anysio, Jô Soares, Oscarito e Grande Otelo, e um ou outro quadro interessante de A Praça é Nossa
Prof: Magalhães Jr.

Aula 9: Revisão de Estrutura e Construção de Cenas
Revisão do conceito de escaleta através da discussão de uma adaptação literária. A construção de uma escaleta baseada no conto A sociedade, de Alcantara Machado. Leitura comentada de um roteiro produzido por ex-alunos do curso de roteiro. Introdução a construção de uma cena de jogo dramático
Mise en-scene: a função dramática da movimentação dos atores entre si e de sua movimentação em relação a câmera. Análise de trechos de filmes como Ação entre Amigos, O Auto da Compadecida, entre outros.Cenas complexas: Cenas com ações simultâneas. Uso da profundidade de campo e do espaço off na construção das cenas. Cenas com vários personagens. Análise de cenas de filmes como Cronicamente Inviável, Código Desconhecido, Naná, O Anjo Nasceu, entre outros.
Prof. Newton Cannito.

Debate 1: Sergio Bianchi
Debate 2: Lauro Cesar Muniz
Debate 3: Carlos Lombardi

 
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Seminário de Direção Audiovisual

Realizado no período de 08/05 até 22/06 de 2002 no Centro Universitário Maria Antonia e no CINUSP (Cinema da USP) 
Realização: CINUSP / EDUCINE
Coordenação Geral : Profa. Dra. Maria Dora Mourão
Coordenação Pedagógica: Newton Cannito

Programação:

Aula 1 : Introdução: Modos de Produção e Resultados Estéticos
O financiamento e o modo de produção. O papel do produtor. A divisão de trabalho especializado. Produção em série e diferenciação do produto. Os filmes de gênero no cinema clássico. O filme de gênero levado a televisão.
O cinema independente de baixo orçamento e o cinema moderno (neorealismo, nouvelle vague e cinema novo). A reorganização da produção. Métodos alternativos de criação e direção. Apresentação do curso e da obra dos diretores convidados.
Prof. Newton Cannito

Aula 2 - Técnicas Básicas de Direção Audiovisual
Organização da equipe e divisão das funções. Noções básicas de decupagem e regras de continuidade: regra de eixo, 30 graus, etc... A relação com a montagem. Noções de direção de atores. Encenação, ator interpretação, fotogenia e persona do ator.
Prof. Toni Venturi
 
Aula 3 - A Construção do Espaço Cinematográfico no Cinema Clássico
Posições de câmera, montagem, e disposição e movimentação dos atores no cenário. O ponto de vista da câmera e o direcionamento dos olhares dos personagens. O conceito de economia de posições de câmera. Exibição e análise de seqüência de Johnny Guitar, western de Nicholas Ray.
Prof. Leandro Saraiva

Aula 4 - Retórica do Cinema Clássico
O estilo clássico. Causalidade e narração. Tempo e espaço no filme clássico. O naturalismo e o melodrama. Planos , cenas e montagem. Análise de O Pagador de promessas, de Anselmo Duarte. Análise de Os melhores anos de nossas vidas de Willian Wyler.
Prof. Leandro Saraiva

Aula 5 - Concepção Fotográfica
Introdução aos conceitos de decupagem, enquadramento, encenação e profundidade de campo. Posições de câmera, enquadramento e atores no campo. Distinção entre profundidade de campo e profundidade de foco. A escolha de película ou imagem digital, as câmeras e lentes utilizadas, os diferentes formatos da tela. Noções de iluminação.
Prof. Maurício Hirata

Aula 6 - Produção Independente no Brasil Hoje
Relação entre produção, orçamento e projeto estético do filme. Possibilidades estéticas do cinema de baixo orçamento. Elaboração prática de projeto e estratégias de financiamento para iniciantes, Possibilidades estéticas do uso das narrativas em vídeo digital. Esquemas alternativos de distribuição.
Prof. Jefferson De

Aula 7 - Direção do "Cinema de Poesia"
Relação entre o cinema e as artes afins: a literatura, a pintura e a música. Relações da "arte cinematográfica" com o público receptor. Imagens a serviço da difusão de idéias, emoções e experiências estéticas. Análise de filmes de diretores como Jean Luc Godard, Luis Buñuel, René Clair, entre outros. Análise de Limite, de Mario Peixoto.
Prof. Joel Pizzini

Aula 8: Concepção Sonora
O Cinema Sonoro - introdução histórica: a passagem do cinema mudo para o sonoro, "falado". A questão do som no cinema: conceito, usos e linguagem. "Desencanto" de David Lean; "As Férias do M. Hulot" de Jacques Tati. Analise dos atributos expressivos do som, ruído e palavra; a questão da elipse no cinema sonoro; a voz OFF; a edição de som. Introdução a trilha musical no cinema.
Profa. Lina Chamie

Aula 9: A Trilha Musical no Cinema
Os diferentes recursos narrativos da música no cinema. Os grandes compositores de trilha; os timbres; a trilha acompanhamento/pontual-ritmica/contraponto/reiteração da emoção; o "Leitmotiv"; a trilha "crítica". Estudo dos usos, estética e linguagem através dos exemplos: "O Homem Que Sabia Demais" de Alfred Hitchcock; "Exterminador do Futuro II" de James Cameron; "Era Uma Vez no Oeste" de Sergio Leone; "Apocalypse Now" de Francis Ford Coppola; "Fellini 8 ½" de Federico Fellini; "2001 Uma Odisséia no Espaço" de Stanley Kubrick e "Ran" de Akira Kurosawa.
Profa. Lina Chamie

Debate 1: João Batista de Andrade
Debate 2: Fernando Meirelles e Bráulio Mantovani
Debate 3: Del Rangel

 
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História Recente do Cinema Brasileiro

Realizado no período de 29/06 até 13/07 de 2002 no Centro Universitário Maria Antonia na Rua Maria Antonia, 294, Próximo à Praça do Metrô Republica e no CINUSP (Cinema da USP)
Carga horária: 21h
Realização: CINUSP / EDUCINE
Coordenação Geral: Profa. Dra. Maria Dora Mourão
Coordenação Pedagógica: Luiz Montes

Sinopse:
Através da análise de filmes e exposição de dados relevantes sobre a cinematografia brasileira, o curso introduz o aluno à História Recente do Cinema Brasileiro, partindo do Cinema Novo, um movimento de ruptura com o passado cinematográfico do País, até chegarmos ao Cinema Brasileiro Contemporâneo, que abrange não só dilemas atuais como também os mesmos desafios enfrentados pelos realizadores de épocas passadas, a serem explorados neste curso.

Programação:

Aula 1: Cinema Novo - Primeira Fase
O fracasso da experiência industrial dos anos 50, a influência do neo-realismo italiano, da crítica francesa e a "política dos autores”, o movimento cineclubista, o movimento estudantil e o Centro Popular de Cultura, pesquisa de linguagem cinematográfica privilegiando a mise-en-scène, e a maturidade do Cinema Novo com a trilogia do Nordeste: “Vidas Secas”, “Deus e o Diabo na Terra do Sol” e “Os Fuzis”.
Prof. Leandro Saraiva.

Aula 2: Cinema Novo - Segunda Fase
A radicalização política dos anos 60, a “estética da fome” de Glauber Rocha, a produção cinematográfica após o golpe militar, o fracasso do populismo nacionalista e o impasse da luta armada (“Terra em Transe” e “O Desafio”)e a consolidação de uma nova geração cinema-novista.
Prof. Leandro Saraiva.

Aula 3: Cinema Novo e Cinema Marginal
A terceira fase do Cinema Novo, que chega ao espetáculo, e os conflitos com o Cinema Marginal, que representa o desespero. A ideologia da contracultura, o diálogo intertextual com o filme de gênero hollywoodiano, o estilo ágil e barato de produzir, os cineastas marginais e sua relação com o mercado através do filão erótico,  o início da Boca do Lixo e os cineastas de São Paulo (como Andrea Tonacci) e do Rio de Janeiro (como Júlio Bressane).
Prof. Newton Cannito

Aula 4: Cinema e Mercado: Dos Anos 70 aos 80
O papel da Embrafilme, o sucesso de “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, a relação do cinema brasileiro com o mercado internacional, os filmes e cineastas que se comunicam com o público (Hector Babenco, Antonio Calmon, Tizuka Yamazaki entre outros), e o mercado exibidor, a relação custo/retorno financeiro e o caso das grandes produções, e a crise nos anos 80.
Prof. Carlos Calil

Aula 5: Alternativas Estéticas com o Cinema de Gênero
A pornochanchada carioca, a releitura da comédia italiana e a comédia de costumes (A Viúva Virgem e O Bom Marido). A demanda do regime militar e o filme histórico oficial (Inconfidência ou Morte) e a releitura do histórico (Os Inconfidentes). O filme policial e a possibilidade de retrato social nas metrópoles brasileiras (Eu Matei Lúcio Flávio e A Próxima Vítima).
Prof. Newton Cannito.

Aula 6: Renascimento do Cinema Brasileiro
A retomada da produção cinematográfica com os incentivos fiscais (Lei do Audiovisual), descentralização da produção de filmes, cineastas oriundos da chamada “primavera dos curtas” (Beto Brant, Tata Amaral, Cao Hamburguer, Michael Ruman, Jorge Furtado, Eliane Caffé), o cinema e a TV, o diálogo com a tradição cinemanovista, a produção independente paulista, as grandes produções e cinebiografias, os desafios e dilemas do cinema brasileiro atual.
Prof. Paulo Santos Lima

 
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Introdução à História do Cinema

Realizado no período de 20/07 até 03/08 de 2002 no Centro Universitário Maria Antonia na Rua Maria Antonia, 294, Próximo à Praça do Metrô Republica e no CINUSP (Cinema da USP)
Carga horária: 21h
Realização: CINUSP / EDUCINE
Coordenação Geral: Profa. Dra. Maria Dora Mourão
Coordenação Pedagógica: Luiz Montes

Sinopse:
O curso oferece ao aluno uma visão panorâmica de alguns dos principais movimentos da História do Cinema, com ênfase na linguagem e em seus principais realizadores e inovadores. A cada aula, um cineasta é estudado, sempre tendo como referência o contexto histórico e relacionando-o com o desenvolvimento da linguagem cinematográfica.

Programação:
Aula 1: D. W. Griffith - O Nascimento do Cinema Narrativo
Do “cinema de atrações” até a sofisticação da linguagem cinematográfica para dar conta de uma narrativa mais próxima do teatro burguês, as variações de estilo do diretor, o aperfeiçoamento da “sintaxe fílmica”, a adaptação da narrativa para os dias de hoje (“Forrest Gump”).
Prof. Leandro Saraiva

Aula 2: Sergei Eisenstein - A Construção de um Pensamento por Imagens
A força da montagem como recurso criativo, a justaposição de planos em função de uma idéia abstrata, a unidade através da fragmentação, a recusa da arte realista do século XIX, a relação tensa com o espectador e a formulação do cinema intelectual diante de eventos inéditos na Rússia.
Prof. Newton Cannito

Aula 3: Fritz Lang - Do Expressionismo Alemão ao Filme Noir Americano
A gênese do cinema expressionista, a influência do teatro de Max Reinhardt, a contraposição aos filmes de costumes, o tema da morte em Lang, o “homem condenado pelo destino”, a arquitetura de “Metrópolis”, o surgimento do som e suas possibilidades artísticas em “M, o Vampiro de Dusseldorf”, a continuação do trabalho de Lang em Hollywood, os princípios do filme noir no pós-Guerra e a obediência às regras do gênero.
Prof. Ruy Gardnier

Aula 4: Federico Fellini - Do Neo-Realismo Italiano à Crítica do Espetáculo
O neo-realismo de Rosselini na Itália, os efeitos ideológicos por trás da produção neo-realista, a filmografia inicial de Fellini, a figura do “diretor-autor”, o olhar sobre as relações cotidianas e familiares, “Oito e ½” e a ruptura, o cinema como artifício, o estado onírico nos filmes posteriores de Fellini, a comédia italiana como referência e a aproximação com o cinema moderno de Pasolini.
Prof. Leandro Saraiva

Aula 5: Alfred Hitchcock - O "Autor" na Indústria e a Crise do Sistema
O sistema industrial de Hollywood, a popularidade de Hitchcock, o surgimento da TV, a crítica jovem da Cahiers du Cinema, a “política dos autores”, a crise do sistema hollywoodiano, as origens da Nouvelle Vague e a releitura de Hitchcock por Claude Chabrol, em outro contexto histórico-cultural.
Prof. Fernando Veríssimo

Aula 6: Martin Scorsese - O Impacto do Cinema Moderno em Hollywood
O desenvolvimento da Nouvelle Vague, relações contraditórias com a produção B de Hollywood, a contracultura e a produção independente americana nos anos 70, a queda dos chefes de estúdio, uma nova maneira de filmar e o repertório cinematográfico de um cineasta.
Prof. Fernando Veríssimo

 
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Seminário de Roteiro Audiovisual

Início: 28/08 - Término: 12/10
Horário e Local:
Turma 1
Quartas e Sextas (28/08 a 12/10), das 19h às 22:30h
CEUMA - Rua Maria Antonia, 294, Próximo à Praça do Metrô Republica
Turma 2
Sábados (31/08 a 12/10), 09h às 13h (intervalo) 14h às 18h
CINUSP - Rua do Anfiteatro, 181, Favo 04, Colméia, Cidade Universitária - USP - SP
Realização: CINUSP /EDUCINE
Coordenação Geral: Profa. Dra. Maria Dora Mourão
Coordenação Pedagógica: Newton Cannito

Programação:

Aula 1: Apresentação e Etapas do Roteiro
Princípios de roteiro para cinema: a importância da imagem, a antecipação da filmagem. A importância da idéia. As etapas de um roteiro: idéia, sinopse, escaleta, primeiro e segundo tratamento. Exercícios de elaboração coletiva de uma escaleta a partir da sinopse. Exercício prático de construção conjunta de roteiro: da sinopse a escaleta. A construção do ponto de vista e o controle de informações pelo roteirista: o narrador delegado e sub-narrador.
Prof. Newton Cannito

Aula 2 : O Roteiro e a Construção do Personagem
A personagem como fundamento do roteiro. A imagem humana como princípio da criação do roteiro. Os arquétipos como suportes das personagens. A personagem como expressão da experiência humana e matéria viva na geometria da história.
Prof. Luis Alberto Abreu

Aula 3: Formatação e Roteiro Clássico
A estrutura da narrativa, a divisão em "atos", progressão dramática, caracterização dos personagens via ações e diálogos. Apresentação, desenvolvimento, clímax e desenlace. Estudo da story-line, sinopse, argumento, escaleta e roteiro. Análise de um filme observando os tópicos apresentados.
Prof. Luiz Montes

Aula 4 : Macro-estruturas Dramáticas Alternativas
A jornada do herói e o cinema hollywoodiano, o filme episódico, o filme multiplot, o recurso da voz over, os momentos de "respiro", a substituição do protagonista durante a narrativa e a análise de filmes que formulam macro-estruturas alternativas.
Prof. Luiz Montes

Aula 5 : Estética do Teatro e Herança no Cinema
Pequena história da dramaturgia; estética, plástica e poética; Filósofos e estética; roteiros dramático , épico e lírico; imagem e palavra. A poética de Aristóteles.
Prof. Julio Maria Pessoa

Aula 6: Método de Criação: Roteiro Partindo de Improvisação de Atores
Para meu próximo projeto, Antônia, tenho um roteiro-base que será trabalhado com não-atores sobre técnicas de improvisação de atores. Prevejo que neste processo um novo roteiro irá surgir. Discorrerei sobre os métodos e etapas deste trabalho como: as situações dramáticas e a construção de personagens.
Profa. Tata Amaral

Aula 7: O Processo de Criação
Essa aula apresentará questões relativas à escrita do roteiro, centrando-se nos processos de criação e nos modos de enfrentar um processo de escrita. Serão discutidas questões como a organização das idéias, a “falta de inspiração”, a “página em branco”, “como passar uma idéia para o papel”, como manter a criação em movimento, exercícios práticos, processo de trabalho, fontes de inspiração, entre outros.
Prof. Rubens Rewald

Aula 8 : Roteiro de Humor
Distinção entre humor e comédia: humor de gag, o humor de situação, o humor de texto e o de contexto, a paródia, a sátira, a crítica. Os conceitos serão exemplificados com o melhor do humor mundial: da Inglaterra: Monty Python, Fry e Laurel, Mr Bean, Chaplin e Peter Sellers. Da Itália: Totó. Da França: Jacques Tati. Do Canadá: Michel Courtemanche. Dos Estados Unidos: Irmãos Marx, O Gordo e o Magro, 3 Patetas, Mel Brooks, Stevie Martin, Woody Allen, Jim Carrey, e algumas sitcoms como Friends e Seinfeld. Do Brasil: Família Trapo, Casseta e Planeta, Comédia da Vida Privada, Os Normais, TV Pirata, Chico Anysio, Jô Soares, Oscarito e Grande Otelo, e um ou outro quadro interessante de A Praça é Nossa.
Prof: Magalhães Jr.

Aula 9: Tópicos de Linguagem Audiovisual e Construção de Cenas
Ligações cenas, montagem paralela e montagem de atrações: análise de Ovos de Ouro (Bigas Luna). Introdução à construção de uma cena de jogo dramático. Mise en-scène: a função dramática da movimentação dos atores entre si e de sua movimentação em relação à câmera. Análise de trechos de filmes como O Auto da Compadecida, entre outros. Cenas complexas: Cenas com ações simultâneas.
Prof. Newton Cannito.

Palestra 1: Jorge Furtado
Palestra 2: José Roberto Torero
Palestra 3: Fernando Bonassi
Palestra 4: Alain Fresnot e Sabina Azuantegui